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Não gosto de ler, e agora?

14 de agosto de 2015

Sempre tive uma boa relação com os livros desde que me entendo por gente. Lembro que ganhei da minha mãe um livro de histórias incrível quando fui alfabetizada, e fiquei bem triste quando alguns anos depois uma tia o “pegou emprestado” para uma prima. Até hoje detesto emprestar livros.

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Cresci gostando de fazer minhas próprias historinhas ilustradas, visitando a biblioteca da escola no recreio e folheando algumas páginas antes de dormir, até pegar no sono. Ainda tenho esse hábito, e encontro na leitura horas incríveis de prazer. Mesmo assim, entendo que, por inúmeros motivos, muita gente ainda não conseguiu despertar o interesse pelos livros. Talvez por encarar a leitura como obrigação nos tempos da escola, por exemplo. Eu tinha colegas que dividiam o total de páginas dos paradidáticos que a professora adotava pela quantidade de dias restantes até a data da prova. Assim, eles se submetiam a poucas horas de “tortura” diária, lendo, por exemplo, 5 ou 10 páginas por vez. Nunca compreendi muito bem como isso funcionava, pois na minha cabeça era inadmissível abandonar um livro sem sequer ficar muito curiosa sobre o que aconteceria nos capítulos seguintes.

Na faculdade, fui abordada por uma colega de classe que queria saber “o que eu fazia para tirar boas notas nas matérias de texto”. Lembro que não consegui explicar, pois nunca dediquei muitas horas de estudo ao português, por exemplo. Apenas tinha facilidade. Então recomendei a ela “ler com mais frequência”, pois, talvez, eu estivesse “aprendendo sem querer”.

O fato é que eu gosto de ler, mas talvez esse não seja o seu hobby favorito, assim como assistir televisão não é o meu. Talvez eu tenha tido “sorte de principiante” e tenha me deparado com livrinhos que desde cedo instigaram minha fome pela leitura. Talvez eu tenha “puxado” à minha mãe, que é das letras.

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Desafio de escrita de abril: Dia 30

30 de abril de 2015

Finalmente chegamos ao último post do Desafio de escrita de abril. E para encerrar com chave de ouro, compartilho com vocês minhas memórias do dia mais feliz da minha vida.

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Tive a sorte de viver vários momentos maravilhosos, mas nenhum me marcou tanto quanto o nascimento da minha irmã. Fui filha única por 15 anos e cresci pedindo “um irmãozinho”. Quando já tinha perdido a esperança, minha mãe engravidou. Eu já tava muito além da idade de ter uma criança pra brincar, então a chegada da minha irmã mudou minha vida intensamente. Acompanhei a gravidez toda me empenhando em cada detalhe, fazendo questão de participar de tudo e fantasiando o que estava por vir: trocar fraldas, colocar para dormir, ter ela em meu colo. Lembro que fiz meu pai me telefonar no meio da aula para dizer se era “menino ou menina”.

Não era novidade pra ninguém que eu estava mais do que ansiosa pela chegada dela. No dia do parto, meu pai foi me buscar de surpresa na escola, pois minha irmã ia nascer dentro de algumas horas. Não pude acompanhar a operação, e pra ser sincera nem sei se aguentaria, mas fiquei grudada na porta no centro cirúrgico esperando minha mãe e a nova integrante da família. Fui a primeira a colocar ela no colo (depois dos meus pais, claro) e acalentar durante um dos seus primeiros choros. Naquele momento, a ficha caiu. Tudo mudou dentro de mim. Até o medo de machucar sem querer aquele pequeno ser desapareceu. Apenas parecia certo, sabe? Aquela criaturinha linda, de olhos azuis, precisava do meu consolo, e nem fazia ideia de que me teria como sua protetora para sempre. Eu seria uma de suas referências mais importantes, sua amiga,  sua “irmãe”.

Por muito tempo achei que a diferença de idade entre a gente seria algo que iria nos distanciar. Não foi, e tenho certeza que nunca será, um empecilho. É engraçado que o amor é tanto que sempre buscamos uma a outra, conversamos, brincamos e até temos gostos em comum. Hoje percebo que Deus não demorou para “atender as minhas preces”. Ele só esperou o tempo certo para me dar o melhor presente da minha vida, o mais importante, que veio embrulhado em um laço eterno. Minha irmã não só diminuiu meu medo de ficar só no mundo em algum momento, ela me ensinou um novo tipo de amor e me deu mais responsabilidade para encarar as coisas. É por isso que aquele 20 de agosto ficou marcado como o dia mais feliz da minha vida, pois a felicidade desse dia irá perdurar por todos os outros.

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Desafio de escrita de abril: Dia 29

29 de abril de 2015

Penúltimo post do Desafio de escrita de abril. Hoje listo pra vocês dez fatos aleatórios sobre mim. De antemão já peço desculpas por não serem interessantes. Sou sem graça mesmo, sorry. Lá vai:

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  1. Uso Mirc até hoje
  2. Faço o melhor brigadeiro do mundo
  3. Já fui tão fã de uma banda que assisti a 19 apresentações dela
  4. Pratiquei ginástica olímpica quando era criança
  5. Prefiro maionese a ketchup
  6. Já tive mais de seis bichos diferentes, mas nunca ganhei um cachorro, que era o que realmente queria
  7. Já assisti mais de 220 filmes em um único ano
  8. Já prendi o mesmo dedo 3 vezes na porta do carro
  9. Não sei nadar, nem andar de bicicleta
  10. Já fiz mais de 50 posts em um único dia

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Desafio de escrita de abril: Dia 28

28 de abril de 2015

Tirando do forno mais um post do Desafio de escrita de abril. Hoje falo pra vocês sobre o que imagino da minha vida em sete anos. Vamos lá?

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Imaginar meu futuro nunca foi meu forte. Sei que já tou na idade de saber o que quero da vida, mas a verdade é que não consigo traçar grandes metas no momento. Quero que as coisas aconteçam em seu tempo, no ritmo certo, sem pressa. Tenho muitos sonhos para realizar sim, mas acredito que os planos vão se formar na medida em que eu der novos passos. Já estive muito focada nos estudos, agora preciso me concentrar na minha família e me preparar para uma nova etapa. Quero muito estudar fora por um tempo e ando me preparando (R$) pra isso. Claro que tenho alternativas em mente caso isso não venha a acontecer, mas acho que é cedo pra ser tão pessimista. Em sete anos terei 32 anos, quase 33. Não pretendo me casar, consequentemente não acho que terei filhos. Eu só espero que nesse período tenha dado tempo para me conhecer melhor, pra descobrir novas possibilidades profissionais. Talvez antes desses sete anos eu já alcance meu objetivo, talvez bem depois. Mas isso não me preocupa muito…

E vocês? Como veem suas vidas em sete anos?

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Desafio de escrita de abril: Dia 27

27 de abril de 2015

O Desafio de escrita de abril está pertinho de terminar, mas, antes disso, revelo pra vocês qual o meu maior medo. Essa é fácil de acertar. Vamos lá?

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Não faço o tipo corajosa, quem me conhece sabe. Sou medrosa mesmo, mas isso porque dou valor a minha vida, haha. E se tem algo que peço a Deus várias vezes ao dia é que não tire as pessoas que amo de perto de mim. Sim, esse é meu maior medo: perder as pessoas que amo. Fui filha única por boa parte da minha vida e cresci muito apegada aos meus pais. Também perdi entes queridos muito cedo, e acho que isso de alguma forma me marcou demais. Não sei lidar muito bem com a morte, na verdade ninguém tá pronto pra isso, né? Mas só em imaginar minha vida sem alguém que amo por perto fico nervosa. Espero que a vida me prepare melhor para esses momentos inevitáveis e que eu tenha sempre o alívio da consciência tranquila de que aproveitei ao máximo o tempo que tive com meus amores.

Qual o maior medo de vocês?

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Desafio de escrita de abril: Dia 26

26 de abril de 2015

Vamos falar sobre manias? O tópico do dia do Desafio de escrita de abril sugere que eu liste três manias minhas. Não tenho muitas, mas decidi compartilhar as menos comuns com vocês.

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Não sou a rainha das manias, mas tenho lá minhas esquisitices, não posso negar. Nenhuma delas, no entanto, interferem na vida de ninguém (pelo menos eu acho que não). Escolhi três para o post. Aqui vão elas:

1 – Dormir com os pés descobertos

Pode estar o frio das galáxias e eu posso usar quinhentas camadas de roupas e cobertores, mas só consigo dormir com os pés descobertos. Não sei dizer o motivo disso, mas acho que gosto de sentir o friozinho nele enquanto durmo, sabe? Senão fica calor demais… Vai entender, né?

2 – Balançar a perna

Já é automático e faço sem sentir. Basta sentar que começo a balançar a perna freneticamente. Não sei se isso me acalma, me distrai ou o quê. Apenas acontece. :(

3 – Usar o garfo na mão esquerda

Sim, isso é o que a etiqueta manda, mas não é por causa da etiqueta que como com a mão esquerda. Quando era pequena as professoras diziam que eu estava “demorando muito” para decidir que mão usar no pré-escolar. Minha coordenação motora era “indefinida” e minha mãe nunca interferiu nisso. Acabei sendo destra, mas tem coisas que só consigo fazer (ou faço melhor) com a mão esquerda. Usar o garfo é uma delas. Mas podem dizer por aí que sou phyna e sigo as normas de etiqueta, não ligo, haha.

Alguém tem uma mania igual ou parecida com as minhas?

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